President Obama faced a tough task in the State of the Union speech, presiding as he does over a still-stagnant economy and domestic political discord. So it is not surprising, and even appropriate, that foreign policy would not be a main theme. But even so, it was noteworthy just how little attention he devoted to national security issues. And the comments he did make -- which felt crammed in towards the end -- focused more on the goals of drawing down our troop deployments than on victory in Afghanistan and Iraq. He introduced the national security section by rhetorically targeting his own critics, with a defensive-sounding plea to "put aside schoolyard taunts about who's tough." Which he followed in the next paragraph by noting the hundreds of al Qaeda members that in the last year "have been captured or killed -- far more than in 2008." The elimination of the threat from hundreds of al Qaeda terrorists and supporters is a laudable achievement; why cheapen it with what sounds like, well, a taunting comparison to his predecessor?

In sum, this State of the Union comes from a president still struggling to reconcile his lofty campaign hopes with the hard realities of governing, and the pressing demands of domestic politics with his inescapable responsibilities as commander in chief.

MANDEL NGAN / AFP

 
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MESSIAS

8:00 AM ET

February 2, 2010

Estratégia

- in Portuguese Language (Brazil).

Estou irriquieto. Eu olho para o momento estratégico e não gosto do que vejo. Estou tentando raciocinar em condições adversas, mas mesmo assim vou tentar compartilhar minhas preocupações. Meu pensamento não está ordenado, e os temas serão apresentados aleatoriamente. Caberá ao estrategista organizar a essência do raciocínio:

Não existe Democracia na América. O que se constata são ditaduras de quatro anos prorrogáveis por mais quatro, até que outro ditador seja imposto pela Mídia.

Foi através da Mídia que Osama bin-Laden elegeu Barack Obama determinando a derrota do Exército no Iraque.

Tecnicamente a campanha era uma vitória brilhantemente conduzida pelo General Petraeus,

Mas a campanha eleitoral Democrata transformou a excelência estratégica no campo-de-batalha numa derrota humilhante na mente do homem-comum Americano.

Sob formas diversas, o mesmo derrotismo se estendeu para o Afeganistão, Paquistão, Irã, Coréia, China, Rússia e até mesmo à Somália, pois o sentimento de culpa por ser Norte-Americano implícito em cada gesto e em cada declaração do Comandante-em-Chefe atingiu a identidade da Tropa que não se comporta mais como uma força invencível.
Esse vírus lançado no Sistema Militar pela Casa Branca vai se propagar por todo o Contingente posicionado ao redor do mundo,
transformando o Exército Americano em um sem-número de Soldados errantes, verdadeiros grupos de desgarrados destituídos do elo psicológico que dá significado, direção e sentido ao Espírito Militar.

Ver um homem que tanto admiro como o Secretário Robert Gates sufocado pela Cadeia de Comando me causa depressão.

Os Estados Unidos da América estão subordinados à visão elitista de um único homem embriagado pela crença de que o Poder permite construir um mundo melhor.
Nem Jesus Cristo se propôs a tanto.
O máximo que o Poder pode tentar conseguir é tentar construir um mundo menos pior.

Esse delírio somente é possível na mente de quem se julga o Senhor do mundo.
Assim foi com Adolph Hytler, cuja megalomania custou a vida de 56 milhões de pessoas.

Antes da candidatura Obama, o barril de petróleo obedecia a sua curva histórica de us$ 35.00 o barril.
Nessa cotação, morriam cem mil pessoas de fome por dia no mundo. Prova inconteste de que alguma coisa estava errada. E muito errada.
No auge da campanha Democrata, o barril chegou a US$ 147.00.

Eu nunca havia me proposto a intervir na política interna da América, mas fui obrigado a abandonar a frente de batalha e abrir fogo com tudo o que eu tinha contra a orgia Democrata na Mídia Americana, pois vi nela a materialização de todo o poder intelectual de bin-Laden.

Não interferi nas intenções de voto, mas nos bastidores reduzi a argumentação Democrata à pó.

Meu esforço deu resultados imediatos e, naqueles dias, o petróleo voltou aos US$ 35.00 o barril, em função unicamente do fim da histeria nos discursos e nas campanhas da Mídia.

Em vez de refletir sobre minha atitude, os Democratas se voltaram contra mim e nem mesmo a CIA, que é uma Instituição voltada para assuntos exteriores, pode garantir minha segurança. Só não fui preso ou morto por intervenção do Pentágono, que me colocou sob proteção do Exército. Meu contato na CIA tinha o codnome de Põncio. Fui eu que o batizei assim. A CIA nunca se manifestou para mim sob forma humana, mas sempre como uma Agência de Inteligência.
Já o Pentágono se manifestou na pessoa de seu estrategista, Mr. Price Floyd, no Twitter
Batizei meu contato na CIA de Pôncio numa analogia bíblica. Ele era Pôncio Pilatos, governador de Roma. E eu era Messias, o andarilho negro e inculto da periferia distante que abalou as estruturas do Império.

Depois do meu ataque ao Partido Democrata, perdi meu contato com o Pôncio e a CIA ficou em silêncio. Percebi que alguma coisa tinha acontecido. A Agência pagou um preço alto por me defender. Já eleito, Obama colocou um ex-chefe de cerimonial para ser DCI. Ou seja, o responsável pela guerra secreta contra os inimigos mais perigosos da América é um homem pacífico e boas maneiras. Ele foi a pessoa escolhida para combater um inimigo que barbariza e decapta três meninas adolescentes na Indonésia pelo simples fato de serem Católicas.
Tem um refrão de uma música brasileira que diz que existem pessoas 'que acreditam nas flores vencendo o canhão'.
Obama deve ouvir essa música todos as noites antes de dormir e sonhar com um mundo perfeito.

Os Americanos acreditam em seus valores. De fato, eles são a luz que ilumina o mundo.
Mas tudo está sofrendo rápida transformação.
As casa-matas foram substituídas por escudos-humanos.
Cada vez que determino a destruição de uma formação inimiga faço isso consciente de que estou matando mulheres, crianças, homens e idosos inocentes, que tiram o inimigo de minha visão. Mesmo assim ordeno que a Tropa abra fogo e o inimigo é destruído. De outra forma não seria.

Essa é a feição sanguinária da guerra-de-guerrilha urbana.

Não se faz esse tipo de guerra com F-18s e Tommahawks.

Se faz com pistolas e fuzis.

Se faz com Infantaria.

E não existe Infantaria sem Serviço Militar Obrigatório.
O Serviço Militar Obrigatório é dever do Estado e Direito do Cidadão.

O Serviço Militar Obrigatório foi suspenso durante o trauma da derrota na Guerra do Vietnã.

Uma coisa eu garanto: acompanhei aquela guerra pelos jornais. Recebia as notícias com dias de atraso. Via muitas coisas com as quais não concordava. Lá e na América.
Se existisse internet naquele tempo, quem ficaria traumatizado seria o Vietcong.

Uma menina é apresentada como uma jovem para a Sociedade aos quinze anos, no baile de debutantes.

Um menino é apresentado como homem para a Sociedade aos 18 anos, quando se apresenta para o Serviço Militar.

Um homem que não se proponha a lutar optou por negar a sí mesmo.

A Constituição Americana tem duzentos anos.
Ela foi elaborada com base naquilo que se sabia das cidades gregas, onde as pessoas se reuniam na praça para discutir política.
Eu tenho consciência do quanto é difícil pôr isso na cabeça de um Americano, mas a Constituição Americana não é um caso de geração espontânea.
Ela não se encerra em sí mesma.
Ela não é onisciente.
Ela é uma resposta ao Absolutismo e à Noite de Mil Anos em que se constituiu a Idade Média.
Vou ser mais claro: A Constituição Americana é uma resposta saudável a milhares de anos de opressão e asfixia.
Mas ela foi redigida antes que Joseph Goebbels se tornasse o pai da Propaganda na Alemanha nazista.
Em função da Propaganda, o eleitor não vota nas pessoas que vão governá-las, mas sim em seus esteriótipos criados por seus marketeiros.
Marketeiro é o profissional de publicidade que tem o dom de transformar uma prostituta em uma santa.
O resultado é que no momento seguinte, os fiéis estão acendendo velas para uma puta que vende o corpo por dinheiro.
A Constituição Americana extinguiu a figura do Rei. Mas não consegue impedir que a Mídia use a corôa.
O voto do marido bêbado que espanca a esposa e os filhos entre um programa e outro de televisão tem o mesmo peso do voto de um Doutor em Física Quântica.
Eleger o Presidente dos Estados Unidos da América pelo critério da maioria é nivelar por baixo a vontade da Sociedade Americana.
A Campanha Democrata foi estabelecida em função das pesquisas de Opinião Pública, manipuladas por bin-Laden, e não em função do momento estratégico vivido pela América.
O interesse partidário foi colocado acima dos Supremos Interesses dos Estados Unidos da América.
Isso é crime de Alta Traição.
Em decorrência, não existe uma política externa Norte-Americana. E essa ausência se manifestou na vida do Americano em forma de depressão econômica.
A atuação da Secretária Clinton se limita a enviar um volume excessivo de e-mails a partir do site do Departamento de Estado.
Sou um leitor frenético e não consigo ler tudo que é escrito por dia.
Acabei me irritando e cancelei minha inscrição no DOS.
Só posso concluir que ela contratou um time numeroso de redatores na tentativa de mostrar serviço. Quando comparo os e-mails com o que vejo na Mídia, chego a conclusão de que todos aqueles e-mails são uma somatória de zeros.
Eu não tinha visto uma única manifestação efetiva do Departamento de Estado até o terremoto do Haiti.
Tragédias à parte, fiquei angustiado, pois vi os Estados Unidos transformados em uníssono em uma Entidade de Ajuda Humanitária.
Em desespero, perguntei ao Senhor dos Exércitos:
- é nisso que ficou reduzida a única superpotência do planeta?
A Mídia não é apenas o Quarto Poder da República.
Ela é o único.

É preciso pôr a mão na cabeça e admitir que aquilo que era um explendor do pensamento no século XVIII não se aplica no século XXI.

É preciso ter a consciência de que os anos dourados não voltam mais.

Uma vez um filósofo disse que quem não avança, recua.

No Capitalismo, quem não cresce, desaparece.

A América corre um perigo inaceitável e permissivo quando se submete à dependência da China para manter o American Way of Life à qualquer preço. Em função disso, o luxo ostentado pelo Americano é resultado em parte do trabalho escravo a que a população chinesa é submetida pela quadrilha de comunistas que pune a queda de produtividade com tiros na nuca do trabalhador improdutivo.
A mesma China que se prepara para um dia devastar a América e se tornar a Senhora do mundo e olha para o Americano como um ser inferior e sem princípios.

O salário que o Americano ganha é irreal.
Em nenhum outro lugar do mundo um repositor de prateleiras de supermercado tem um carro de oito cilindros.

Após décadas de opulência, a América se tornou refém do direito adquirido.

Recorrer a Advogados é mais fácil e vantajoso do que estudar Filosofia.

Ser Americano não é um direito natural, mas um previlégio.

Um engenheiro Americano ganha na América dez vezes o que ganha um colega de classe que trabalha no Brasil.

Seria bom, se não fosse artificial.

O problema é que a equação não fecha.

E o Americano convive com toda a pompa e circunstância com uma dívida impagável, acrescida ano após ano por um déficit só identificável por computadores, pois não cabe na mente humana.

Atualmente, o barril de petróleo anda na casa dos US$ 70.00. Aplicando-se a lógica aritmética, tem-se que 200.000 pessoas morrem de fome por dia em função do pacifismo de Obama.
Retificando os meus cálculos, isso significa que em oito anos no Poder, Obama matará dez vezes o número de mortos na Segunda Guerra Mundial.
Em um mercado global, são duzentos mil clientes de empresas Americanas mortos por dia de fome por um alienado.

É inconcebível que uma mente atrofiada como a de Obama prevalesça sobre os estrategistas mais brilhantes do mundo atual.

E eu me pergunto? Onde é que está o núcleo de Poder que dirige a América?

Onde é que está o Poder por trás do Poder?

Estão esperando a boiada fugir para fechar a porteira?

Estão esperando alguém morrer para chamar o médico?

Alguém tem idéia do sofrimento que se espalhou pelo mundo com a quebra da hierarquia entre as Nações?

Da euforia provocada entre os Senhores da Guerra?

Será que alguém de Poder tem idéia de que isso afeta a todos e a cada um no planeta?
Inclusive a mim?
Que dirá do incapaz?

Em verdade voz digo:

A AMÉRICA É RESPONSÁVEL POR TODOS E CADA UM DO PLANETA.

A supremacia implica em privilégios e responsabilidades insofismáveis.

O American Way of Life não se confirma dentro das fronteiras legais dos Estados Unidos.

Ele é decorrência do investimento Americano em todo o mundo.

Em plena era Obama, tenho observado uma fenômeno xenófobo, com expoentes da Sociedade Americana buscando valorizar o petróleo Americano, o emprego Americano, o Sistema de Saúde Americano, a Previdência Americana.

Procurar isso dentro dos Estados Unidos é correr atrás do próprio rabo.

A resposta é global.

O petróleo Americano que os Consevadores procuram está no Irã. Ele é Americano por direito de conquista.Mas em função da hesitação Americana ele está sendo bombeado para os Chineses.
Um dia ele foi tomado pela força e tem que ser retomado pela força. Isso não é uma opção. Isso é Patriotismo.

O mesmo se aplica ao Iraque.

O Sistema Americano na América está exaurido.

Capitalismo significa expansão.

No momento estratégico atual, expansão significa guerra de conquista.

Significa pacificar países explorados por elites locais e globalizá-los.

O Estado Americano entra com o investimento a fundo perdido. Invade, aniquila a resistência armada, reconstrói, organiza, instaura o Império da Lei e a dignidade humana. Conquista mentes e corações. E assim cria o ambiente atraente para o investimento privado. Isso diminui a ociosidade da indústria de bens de capital e aquilo que era um feudo passa a ser um país lucrativo.
É assim que vejo o caminho das pedras para a pacificação do mundo.
PACIFICAÇÃO.
Era isso o que eu tentava dizer para a CIA, quando ainda era suspeito de ser um inimigo estrangeiro. Disse a ela que o fim da fome no mundo dava lucro. Naqueles dias, ninguém entendeu nada.
Mas basta olhar para a realidade:
Uns poucos milhares de homens armados condenam populações de milhões de pessoas à uma vida sub-humana.
Sub-humanos não compram eletro-eletrônicos, linha branca, não estudam, não consomem.
Portanto, basta matar uns poucos milhares de homens armados para se conquistar um mercado de milhões de clientes em sociedades ocidentais ou passíveis de ocidentalização.
Quando penso nisso, penso em várias alternativas, mas não consigo deixar de pensar na África.
Uma vez, no auge do meu prestígio, pedi à CIA o Comando Militar da África. Fiz uma série de exposições e reiterei o meu pedido.
Não fui atendido. Certa vez o Pôncio me disse que não pretendia repetir o mesmo erro uma segunda vez, numa clara alusão a bin-Laden.
Mas a idéia deu frutos e o Exército Americano criou o AfriCom, iniciativa que aplaudi de pé.

O Presidencialismo Americano não é a melhor expressão da vontade da Sociedade Americana.

Não se trata de uma inocente discussão teórica. Os efeitos desse equívoco são incomensuráveis.
Uma única decisão fora de foco pode distanciar o Americano da casa própria e ao mesmo tempo matar milhões de pessoas de fome.
Um único descuido que pode prejudicar o orçamento doméstico de você que é Americano pode levar ao massacre de aldeias inteiras na África na luta pela sobrevivência.

Na falta de melhor decisão, o Sistema Político Americano precisa adotar o Parlamentarismo.
De forma que o Governo se ocupe das necessidades da população e o Estado execute a melhor estratégia em defesa dos Supremos Interesses dos Estados Unidos.
O candidato a Primeiro-Ministro ou a qualquer outro cargo eletivo deve ter Curriculum Vitae compatível com as responsabilidades do cargo, sob pena de se tornar inelegível.
Ele deve governar sob o manto do voto de sensura em todos os dias do seu mandato.
E o Presidente deve ser um estrategista eleito por seus pares, representantes dos pilares que sustentam o Sistema Americano.

Desde o princípio dos tempos, ao homem cabe defender sua casa e sua família.
A casa do Americano vai além das fronteiras legais dos Estados Unidos. Ela se estende até onde vai o ganha-pão de sua família. Só assim seus loved-ones estarão protegidos.

Os Estados Unidos tem por aliados aqueles associados à idéia que fazem de sí mesmos.

A Razão recomenda uma profunda reflexão sobre o significado do Termo AMÉRICA em sua essência e em sua manifestação universal.

Sua dinâmica ganhará em nitidez.

E assim ficará fácil identificar amigos, inimigos e indiferentes.

A grande surpresa será descobrir que o mundo não é composto de Estados, mas de Províncias, pois o único Estado é o Americano.

E que nessas províncias estão os amigos, os inimigos e os indiferentes.

Pois a Soberania Nacional é mero argumento dos predadores.

E que em um mundo globalizado, o Estado se relaciona com indivíduos.

GOD SAVE AMERICA

 

Shadow Government is a blog about U.S. foreign policy under the Obama administration, written by experienced policy makers from the loyal opposition and curated by Peter D. Feaver and William Inboden.

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